Nesta página estaremos fazendo um bate-bola, quinzenal, com algum freqüentador da Sempre Flu que venha se destacando por suas participações - seja no Fala Tricolor, na Crônicas, no Chat, no canal de IRC #sempreflu, o importante é participar. Vamos lá, participe, quem sabe você não será o próximo "Bola da vez"?! Não deixe de conferir no final da página os participantes anteriores. BOLA DA VEZ: BATE-BOLA ANTERIORES: MARCELO BARCELLOS - BSB - 25/12/2009 MARCELO SOARES - RJ - 16/11/2009 ALEMÃO - RJ - 25/06/2009 BETO MEYER - RJ - 04/05/2009 DANIEL (FLUNIEL) - SP - 15/07/2008 MAURíCIO TAMBASCO - RJ - 31/03/2008 DANIEL MACRI - URUGUAI - 29/07/2007 ALEXANDRE DELVAUX - RJ - 20/06/2007 DOMINGOS CACHINEIRO - BA - Sou médico-veterinário, trabalho com cavalos (me formei pela Universidade Federal FLUMINENSE), e vivo em Salvador-Ba desde 2002. Nasci em São Cristóvão e passei minha infância e adolescência no Andaraí, na rua onde até hoje fica a quadra do Salgueiro. O samba é minha outra paixão. Comecei ir ao Maraca no triênio 83-84-85 (que época propícia, hein?) levado pelo meu pai, filho e irmão de tricolores também. Como diz a música do D’alincourt “Eu sou tricolor, como meu pai, meu avô”. Meu filho de 1 ano e meio, quando vê o escudo do Flu sai correndo e balançando os bracinhos como se comemorasse um gol: Nenxi!!! Sou um tricolor apaixonado. Choro muito. Nas vitórias e nas derrotas. O Flu não sai da minha cabeça. Morro de saudades do Rio, principalmente do Maraca. Mas para compensar, tem o FT da Sempre Flu e ainda conheci aqui em SSA a Axé-Flu, grande torcida!!! Valorizo a amizade, o trabalho e a justiça. Minha alegria desde 2005 é meu filho. Olha só que coincidência: Quando meu avô nasceu o Flu foi campeão, quando meu pai nasceu, a mesma coisa. Meu tio nasceu: título tricolor. Quando eu nasci, em 75, a máquina humilhava o Vasco: taça nas Laranjeiras. Quando meu filho nasceu: Título do Flu de novo!!! Hahaha!!! Fiquem calmos. Já combinei com minha mulher de fabricar um bacorinho a cada 2 anos... SAUDAÇÕES TRICOLORES!!!!!!!!!!! - 14/03/2007 LAURO AIRES - DF - 13/01/2007 EURAN MELLO - ES - 23/12/2006 LEANDRO BARRETO - DF - 16/11/2006 WILLIAM MACEDO - RJ - 19/10/2006 MAURO CARVALHO - PI - 07/09/2006 RODRIGO GRASSI - DF - 05/06/2006 LIERSON - RJ - 18/05/2006 ROGéRIO PECEGUEIRO - RJ - Saudações Tricolores. Olá Sou Rogério Pecegueiro. Bom, primeiramente agradeço a oportunidade de ser o Bola da Vez da Sempre Flu e espero sempre estar participando, expondo minhas idéias para que um dia possa o nosso Fluminense voltar às grandes glórias. Sou carioca, 36 anos e nascido no dia 20 de janeiro. Sou Fluminense deste os 10 anos de idade pela influência de meu pai. Meu primeiro jogo que assisti na arquibancada foi Fluminense 2x2 São Paulo, na reinauguração do Estádio das Laranjeiras em fevereiro de 1986. O meu primeiro acesso à Sempre Flu foi em 1998, naquele fatídico dia de outubro quando o nosso Fluminense acabara rebaixado para a série C, com lágrimas nos olhos acessei o site. Atualmente sou estudante de comunicação social na área de Jornalismo. Bom, agora que falei uma pouco de mim, vamos lá: - 06/04/2006 NICK ELLIS - RJ - 11/03/2006 GIOVANI GUTIERREZ - SC - SOU NASCIDO EM PARANAVAI PR,,,PASSANDO MINHA INFANCIA TODA LA ATE OS 12 ANOS,,UMA CIDADE PEQUENA MAS UMA DAS MAIS FAMOSAS DO PARANA, A PARTIR DESTA IDADE MEUS PAIS SE MUDARAM PARA CAMPO GRANDE MS,SENDO QUE MEUS PAIS MORAM LA ATE HOJE DESDE DE 1992...E UMA CAPITAL QUE AMO DE VERDADE,ALI SIM EU VIVI DE VERDADE.TEMOS LOJAS NO RAMO DE CONF. AI SIM QUE MUDEI AQUI PARA BRUSQUE, PARA TOMAR CONTA DESTA LOJA,E FIZ MINHA FAMILIA AQUI.TENHO UMA ESPOSA QUE NAO GOSTA DE FUTEBOL,MAS SE DIZ PALMEIRENSE,ECA! TENHO DUAS FILHAS,UMA DE NOVE ( GIOVANNA) E UMA DE QUATRO ANOS (ANNA LUIZA ).SENDO AS DUAS ENCAMINHADAS A SER GENTE DE VERDADE ((TRICOLOR). MINHA PAIXAO PELO FLU COMECOU NA MINHA INFANCIA COM UMA RIVALIDADE COM UM AMIGO FLAMENGUISTA DOENTE,GURI BOM MAS BURRO NEGRO,APOSTAVAMOS BOLINHA DE GUDE EM TODOS OS JOGOS DOS DOIS CLUBES.EM CAMPO GRANDE FIZ UM ANO DE ENGENHARIA CIVIL,MAS TINHA QUE ESCOLHER OU BRUSQUE OU A FACULDADE,SENDO QUE A SEGUNDA ERA MAIS RENDAVEL,MORO NUMA CIDADE DE 72000 HABITANTES, UMA CIDADE TRANQUILISSIMA PARA SER MORAR, ESTOU A 40 km DE BALNEARIO CAMBORIU, E ESTOU GOSTANDO SIM DE MORAR AQUI, UM POVO MUITO HOSPITALEIRO.ISSO E UM POUCO DA MINHA VIDA, UM ABRACO A TODOS E FIQUEM COM DEUS. - 02/02/2006 BRUNO PETTEZZONI - Quando eu era mais novo, e morava com minha mãe, avó e tio (torcedor do Fluminense) em Ipanema/RJ, costumava passar alguns fins de semana com meu pai (botafoguense boêmio) e/ou ir para sua casa no Leblon (de frente para o estádio da urubuzada). Em um de meus aniversários de criança (se não me engano, de 6 ou 7 anos de idade), ganhei de meu pai uma camisa do Botafogo e de meu tio uma do FLU. A do FLU eu conhecia bem, pois via meu tio com a dele às vezes indo para o Maracanã. Ao final da festinha e com a camisa do FLU vestida, e a do Botafogo na mão, eu perguntei: “De que time é essa camisa, tio?”. Quando ele me respondeu que era do Botafogo, não deu outra: peguei o fósforo (ou isqueiro, não tenho certeza) que tínhamos usado para acender as “velinhas” do bolo de aniversário, e, inocentemente acendi a camisa listrada de preto e branco, e falei: “Ah! É pr’a botar fogo?!?”, e definitivamente naquele dia eu era mais um tricolor convicto. Depois deste ato convicto de que eu era realmente mais um membro daquela torcida, meu tio passou a me levar aos jogos do FLU com ele. Por ser um exímio percussionista, costumava; ao chegarmos ao Maracanã; pegar o repenique da bateria da Young Flu, ditar o ritmo da torcida, e entoar todos os “mantras” tricolores os quais eu aprendi (aquilo para mim era demais!). Confesso que era engraçado ver meu tio tocando junto com a “massa” da Young FLU, já que ele é um filho de alemã com russo, loiro e de olhos claros. Ou seja, quem parava pr’a ver, via um “polaco” batucando que nem os melhores bateristas negros que já conheceu. Minha estréia no Maracanã foi em 1975 (não lembro a data correta) contra o time do Bayern de Munique (base da seleção alemã de 1974). Foram a este jogo eu, meu tio, minha vó e mais alguns amigos de meu tio. Eu lembro que eu queria assistir tudo daquele jogo, e fiquei tentando prender a vontade de ir ao banheiro até o fim do jogo, até que, não agüentando mais de vontade de mijar, fui até a entrada de um dos túneis e; enquanto me aliviava daquela vontade absurda, escutei a torcida gritar: GOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLLLLL!!!!. Eu, puto (e feliz ao mesmo tempo) da vida, voltei para a arquibancada e vi a comemoração, o pó-de-arroz nas arquibancadas, a felicidade de todos, o sorriso de meu tio, o sorriso amarelo da minha vó, e definitivamente tive mais certeza ainda de que eu era mais um tricolor na face da terra. Não preciso dizer que àquela altura, minha calça estava toda mijada, né?!? Mas, valeu! FLU 1 x 0 Bayern. Na minha infância eu estudei no Colégio Anglo Americano em Botafogo (5ª e 6ª série), e depois fui para o Colégio Peixoto na Gávea, onde conclui o 1º e 2º grau. Passei no “Vestiba” em Matemática em 1984 para USU (Universidade Santa Úrsula) ao lado da sede das Laranjeiras no Rio, quando costumava dar umas “fugidas” para assistir aos treinos do FLU. Depois de trancada a matrícula no 1º semestre, resolvi que tava na hora de trabalhar, e fui ser vendedor do Pé do Atleta no “Shopping da Gávea”, e aí iniciei minha “carreira” na área Comercial, e daí, gostei desse negócio chamado “Vendas”. Em 1987 passei na Cândido Mendes em Ipanema, e iniciei meu curso de Administração, vindo a me formar em 1992, sem interrupções. Sou um tricolor distante do Maracanã e do Rio de Janeiro por opção. Vim para o Paraná (Londrina, depois Curitiba) em abril de 1993, depois de ter me formado. Procuro manter-me atualizado de tudo o que ocorre no Rio, e acompanho sempre que possível os jogos do FLU aqui pelo sul do país, e as notícias pelos jornais na web. Hoje eu moro em Curitiba há 4 anos (pela 2ª vez neste período de 12 anos longe do Rio), onde nasceu minha filha Marcela; depois de ter percorrido algumas cidades do Paraná e de Stª Catarina, mas, finalmente estou de volta à capital paranaense. Trabalho em uma empresa de Telecomunicações (TIM) há 5 anos, depois de ter passado pelo ramo de Bebidas (Brahma e Coca-Cola) e Combustíveis (Ipiranga). Fiz duas viagens recentes ao exterior (Chile em nov/2004 e sul da Itália em maio/2005), onde pude ter certeza de que temos muito que evoluir ainda em termos de economia, política e cultura. - 31/08/2005 FABIANO MONTEIRO - DF - 12/08/2005 MARCELO FREITAS - * Reencarnei no distante e sagrado 21 de Maio de 1972. Portanto, sou um tricolor "Exile On Main Street"! * Literal FLUDIDO!, nascido e criado no decadente Centro do Rio, vivo e moro no mesmo prédio em que nasci. Ao menos, vou e volto a pé prá todos os lugares desde a infância quando fiz o primário na Escola Guatemala, do Bairro de Fátima, o ginásio na Escola Deodoro, da Glória, o Técnico e Superior Contábil na Faculdade Moraes Jr., lá na Rua Buenos Aires, perto do Campo de Santana, como pros variados locais de trabalho, como no atual que fica lá no Largo da Carioca. * Minha família é imensa: Eu, a Dona Lourdes e a linda torcida tricolor de coração! * Fora FLUTEBOL, freqüento grupos de debates sobre Espiritismo, como as reuniões mensais da ADE-RJ, que funciona lá no Auditório Central do QG da PM, na Rua Evaristo da Veiga, na Lapa. Assim como em boa parte da nossa galera tricolor, penso que há carência de criticidade no movimento espírita contemporâneo. Não há construção de Conhecimento sem Análise Crítica em nenhuma área humana. * Cato bootlegs dos Stones dentro e fora da web. Se puder ajudar, email-me: rock_and_rolling@hotmail.com e participo das diversas comunas tricolores do Orkut, inclusive da comuna SempreFlu. - 18/07/2005 MARCEL MORAES MOTA - É uma grande satisfação participar desta seção da Sempreflu, reforçando minha simbiose com este nobre segmento social da humanidade, que é a torcida do mais amado do Brasil, de forma que não posso deixar de agradecer pela oportunidade gentilmente concedida. Chamo-me Marcel Moraes Mota, nasci em Fortaleza, em 02/04/82, primeiro filho de Orlando de Albuquerque Mota e Jacqueline Saraiva de Moraes Mota, pais a quem tanto amo. Minha história de tricolor começou nos idos de 1968, quando o Fluminense veio ao Ceará, jogar uma partida amistosa: meu pai, então com oito anos, estava no estádio e foi tomado pelo espírito tricolor, não obstante tenha sido conduzido até lá por meu avô para torcer pelo time de três cores da Cidade. Quando completei sete anos, ganhei minha primeira camisa do Fluminense, que guardo até hoje, como símbolo da minha consagração como torcedor consciente do Fluzão, com quem vinha me familiarizando desde o álbum do Brasileiro de 88. Fazia anotações sobre as partidas disputadas pelo Fluminense, com indicação de quem fez os gols e, ao final de cada competição, relacionava as vitórias mais importantes, dentre os resultados alcançados. Só cinco anos mais tarde, nos Aflitos, pude ver o Fluminense em campo pela primeira vez, em um 1x1 contra o Náutico. Fazia campeonatos de jogo de botão em que o Fluminense sempre vencia, deixando para os derrotados a possibilidade de ganhar pontos no Ranking criado através de um torneio destinado a eles. Na adolescência fui ampliando minha coleção de produtos do Clube, com a dedicada colaboração paterna. Quando entrei na Faculdade de Direito da UFC, em 2000, o Fluminense fazia bela campanha no Brasileiro, classificando-se entre os primeiros, ao final da primeira fase. Não era nada incomum que fosse visto de Laranja, Cinza e Branco, Grená, ou Tricolor nas salas de aula e nos corredores da Faculdade, ao longo do curso. Colei grau no final de 2003: meu último caderno era justamente esse que você está pensando, o que tem o escudo do Fluzão na capa. Recentemente, estive no Rio de Janeiro; depois de ver o Flu no Maracanã, visitei o Clube, tirei foto no Bar do Fidélis, na sala de troféus, no salão nobre e no campo das Laranjeiras, levando um punhado de grama para minha casa. ST, marcelflu. - 20/03/2005 ARIEL LENGER - 24/06/2004 MAURíCIO JR - BRASíLIA - 17/05/2004 ASCHER SZAMES - KIRYAT YAM - ISRAEL - 27/04/2004 MARCOS ANJO - MG - 08/04/2004 MARCOS VINICIUS ALVES VALLE - MT - 24/03/2004 ALAN CAVALLERA - RECORDAR é VIVER - 21/03/2004
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