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| Nome: | João Pedro Ribeiro | |||
| E-mail: | joaop.ribeiro94@gmail.com | |||
| Cidade: | Rio de Janeiro-RJ | Data: | 21/06/2026 às 14:22 | |
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De La Fuente fez mudanças providenciais. Saiu Llorente, lateral mais defensivo, entrou Pedro Porro, mais ofensivo; saiu Fabian Ruiz, meio-campista central, de mais cadência, entrou Dani Olmo, mais armador; saiu Gavi, entrou Baena, mais incisivo e veloz; e, sobretudo, saiu Ferran Torres e entrou o gênio Lamine Yamal, que acaba de marcar seu primeiro gol em Copas do Mundo. Do 433 pro 4231 faz uma enorme diferença. A mesma cadência construtiva espanhola, de qualidade inegável, que traz estabilidade a qualquer time que se proponha a jogar com a bola - mas com poder de aceleração no terço final através de seus pontas dribladores e definidores. No futebol atual, os detalhes fazem toda a diferença. Não se pode abdicar de intensidade e parte física - afinal, um bom coletivo pode ser melhor do que duas ou três individualidades diferenciadas -, mas é imprescindível alinhar os mesmos talentos individuais ao contexto coletivo. A Espanha potencializa Lamine Yamal, da mesma forma que a Argentina potencializa Lionel Messi. Ancelotti parece estar começando a perceber a necessidade de potencializar Vini Jr - e Matheus Cunha contribui muito para tal, por suas ótimas características. Essa Espanha de hoje, com tiki-taka, intensidade, velocidade e poder de decisão, vem fortíssima. | ||||
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